segunda-feira, 2 de março de 2015

Helena, Klaus e Dexter - nossa história de amor!

Oi Oi! 

Eu sempre quis escrever um post sobre isso. Eu sempre tento fazer as pessoas amarem gatos e muitas delas não se convencem. :( Que pena, pois com certeza absoluta, tu teria um amigo pra vida toda. 

Esqueçam aquela parte onde falam que o gato é malvado, que o gato só pensa em si e só te dá carinho quando quer. 

Primeiro: não é verdade e o Klaus e o Dexter estão aí pra provar isso. Meus amigos, que frequentam a minha casa, bem sabem... ele são super sociáveis e carinhosos. 

Segundo: se você realmente acha isso, no que se difere de você então? O gato é mais parecido conosco do que a gente imagina. Existem pessoas sociáveis e pessoas que não são nem um pouco sociais! E com os gatos não é diferente. Tenha sempre em mente que ele gosta de carinho, às vezes. 

Minha história com gatos sempre foi de amor. Eu sempre amei gatos e nunca pude ter um enquanto morava com meus pais, sempre tivemos cachorros (e eu tb amo!). Eu tinha uma amiga na faculdade que tinha vários gatos em casa, me apaixonei por uma pretinha que ela tinha e era muito mimosa. 

Minha vontade de ter um gato era tanta que eu acabei tatuando um gato preto nas minhas costas (claro, hoje ela não é tão bonita quanto parecia, precisa ser refeita, mas isso é com o tempo e não me arrependo nem um pouco de ter feito!). 

Quando eu e o Fernando fomos morar juntos, eu queria muito um bichinho pra me fazer companhia. Ele não queria de jeito nenhum, principalmente porque não gostava de gatos. Eu incomodei tanto, mas tanto, que até ele se convenceu de que seria uma boa ter um gato e não um cachorro. 

Comecei a procurar gatos para adoção (sou completamente contra a venda desses animais, mas isso é uma opinião minha e cada um no seu quadrado). Eis que então surgiu a opção de adotar uma gatinha que ainda não havia nascido, mas que estava quase lá. Eu esperei ela com tanto amor e carinho que foi impossível não se apaixonar por aquela gata branca que mais parecia um ratinho. Daí surgiu a minha Helena, chamada por todos carinhosamente de Heleninha. 

Eu sou APAIXONADA por esse nome. Branquinha dos olhos azuis, uma lady quando pequena. Uma monstrinha quando cresceu. Castramos a Heleninha, sempre cuidados com todo amor e carinho e o Fernando se apaixonou por ela também. 

A Helena era uma gata muito brava, temperamental e desobediente. Nós não conseguíamos fazer ela parar de atacar as pessoas. Ela era hostil por natureza mesmo. Ela arranhava muito, mordia e era desaforada. Enfrentava a gente e quando era xingada pelas artes que fazia, ela se voltava contra a gente e tentava morder. Ficar 5 minutos com a mão nela pra fazer carinho era muito. Ela conseguia ser bem malvada. 

Mas ao mesmo tempo ela era o nosso amor. O nosso bebê, nossa filha. E eu jamais abandonaria um filho só por ele ser diferente ou não ser tão amoroso quanto nós gostaríamos que fosse. 

Aprendemos a lidar com a Helena e ela aprendeu a lidar conosco. Viramos amigos (apesar de que ela amava o Fernando e não chegava muito perto de mim). A minha tristeza por ela gostar mais dele do que de mim era avassaladora e me fazia sofrer. Mas enfim. Nossa, posso ficar horas contando histórias na Helena aqui. Ela era muito engraçada e mimosa quando queria. 

Até que um belo dia eu cheguei e não encontrei ela em cima do roupeiro (lugar preferido dela). Comecei a procurar e me dei conta de que ela havia caído da janela. A dor no meu coração e o pavor de saber que ela estava na rua tomou conta de mim. Fiz o Fernando sair do trabalho às 15 e me ajudar a procurar. Foi um martírio e eu só chorava. Um vizinho achou ela dentro do bloco dele, mesmo condomínio. Ela tentou voltar pra casa e confundiu as bolas. Quando eu entrei e chamei por ela, ela veio correndo e parecia cena de filme pulou no meu abraço! Ela estava bem machucada, com o focinho sangrando e quando segurava perto da coluna ela chorava. Ali eu vi que a minha Heleninha me amava da mesma maneira que eu a amava. Era recíproco e ela me pedia socorro. Não foi pro colo do Fernando, só queria ficar comigo. 

Saímos do bloco direto pro carro e levamos ela pro veterinário. Ele afirmou que com certeza alguém havia chutado a coluna dela, pois estava machucada. Fizemos os exames e eles ficariam prontos na quarta-feira (isso era uma sexta). Resultado: Helena ficou com uma lesão na medula e morreu na sexta-feira seguinte, de madrugada, na nossa cama. 

Eu experimentei muitos dias tristes na minha vida. A morte da família, a morte de uma das minhas melhores amigas, e tinha chegado a hora de experimentar a dor da perda de alguém que se tornou tão importante nas nossas vidas, nossa Heleninha, nossa filha felina. 

A caixa de areia, ração e os brinquedos dela, ficaram lá até segunda-feira. Não conseguíamos tocar em nada e eu só conseguia chorar. Eu e o Fernando passamos o sábado jogados no sofá, chorando e olhando as coisas dela. Ele queria arrumar tudo e eu não deixava. Não sabia o que fazer pra consolar o meu sofrimento. 

O Fernando decidiu que não teríamos mais nenhum gato até o primeiro filho nascer hahaha Eu não queria esperar tanto. Eu tinha muito amor pra dar e ninguém pra receber. 

Na segunda-feira, encontrei um anúncio de adoção de dois gatos machos, irmãos, que ainda não haviam sido adotados porque ninguém queria ficar com os dois, eles eram muito apegados e já estavam com 3 meses. 

Quando eu vi a cara manchada de um e o olhar do outro, foi amor a primeira vista. Eu não poderia existir em um mundo onde eles não fossem meus. Mostrei pro Fernando e ele achou lindo, mas não queria mais. Disse que íamos sofrer de novo e que dois nem pensar. Que a Helena já fazia uma baita bagunça, imagina dois. 

Eu não consegui dormir aquela noite! hahaha Quando eu quero uma coisa, ela vai ser minha. Eu sou assim. Pode demorar o tempo que for, mas vai ser minha. Mas eles não tinham tempo!!!!! 

Acordei o Fernando às 7h da manhã na terça e disse: Eu sei que tu não quer, mas eu preciso deles. Por favor, me deixa ficar com eles! (igual criança mesmo) Eu ganho o Fernando no cansaço! Ele gritou tão alto que eu me assustei! - Pega esses gatos de uma vez então! Mas tu que vai cuidar e eu não quero saber deles! 

Pra quem eu liguei na hora? ANITA! Ela tava se arrumando pro trabalho. E eu dei o endereço da pet pra ela e era MUITO perto do trabalho dela. Perguntei se ela podia buscar eles comigo e me dar uma carona até em casa, já que o Fernando não ia buscar comigo. É óbvio que ela foi. 

Buscamos eles às 20h e levamos direto pra casa. Chegamos em casa e o Fernando estava tomando banho. Eles eram tão amados e curiosos que já saíram xeretando tudo! Lindos e amados. Não tinham nomes, eram apenas "os bebês", como eu chamo até hoje. 

Quando o Fernando chegou na sala falando, eles tomaram um susto que ficaram paralisados olhando. O Fernando começou a rir e sentou no chão, chamando os gatinhos. Eles começaram a brincar e todo mundo entrou na onda. Pronto: A Anita virou a dinda dos meus bebês. 

Na hora de decidir os nomes, ela também participou. Queríamos nomes de vilões. Pensamos em Darth e Vader. Fernando achou difícil pra Bibi, nossa afilhada falar (ela ainda era pequenina). Ele deu a ideia de BISCOITO E NABISCO, LAJOTA E CALOTA e mais uns que eu não lembro, mas que eram igualmente horríveis hahaha Pensamos então nos vilões de seriado: Dexter e Klaus. Vilões malvados mas que nós amávamos. 

Eles ganharam nomes assim porque esperávamos dois gatos monstrinhos iguais a Heleninha. Eles parecem dois bobalhões de tão dóceis que são. 

Personalidades completamente diferentes e cada um escolheu o seu "dono". 

Klaus é o meu Lord, amado, contido, elegante, carinhoso e desesperado por crocs. Adora um carinho e que cocem o rabo dele! Ama a escova de pentear e a característica mais marcante é que AMA LAMBER AS PESSOAS. Ele busca a bolinha de papel e traz pra gente jogar de volta.

Dexter é o maloqueiro do Fernando. Arteiro, só faz arte, vive em cima do chuveiro, come os fios, escala o Fê e pede carinho em cima do ombro. Tá sempre morto de fome e fazendo alguma arte. Quase derruba a tv, vira o pote da água e da comida, se pendurava no cano do ar condicionado e vive agarrado na tela da janela. Ele é muito carinhoso, vai no colo de todo mundo, adora uma festa e brinca o tempo todo sem parar. Ele também busca a bolinha de papel e não devolve, foge com ela.

Várias pessoas mudaram de ideia sobre os gatos depois de conhecerem os meus: Tia Sthe, por exemplo, passou a adorar os bichanos... mas só os meus bebês eu acho haha

Enfim, eles contrariaram tudo que eu imaginava ser um gato. Eles são realmente amorosos e carinhosos. Nossa vida é cheira de alegria por causa deles. E eu sempre digo, é impossível sair da minha casa sem se apaixonar por eles. Até aqueles que não gostam de gatos se apaixonam. 

Eles são os meus amores e - desculpa família e amigos - são o que eu mais sinto falta. Queria os meus bebês aqui perto de mim. Enfim, a volta pra casa tá quase aí e eles tão sempre bem cuidados pela ainda Anita, que nunca falha. Obrigada por cuidar muito bem deles Anita, tenho certeza que eles também te amam muito. 

Espero que tenham gostado do post e desculpem-me por ter sido tão longo. Quando fico longe fico muito sentimental. 

Fotinhos pra ilustrar o post :)

Heleninha bebê












Klaus e Dexter





Tia Sthe não gostava de gatos e se apaixonou por eles! 


Modelando pro Refúgio Hotel Pet, onde eles ficam quando a dinda Anita não pode cuidar :)







Não foi ensaiada! Eles realmente dormem assim! *-*





Beijos :*

Mari Day















segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Mais sobre Calgary :)

Olá olá! :)

Demorei um pouco pra postar novamente aqui no blog porque o tempo é corrido mesmo. Nós viemos pra passar 5 semanas e hoje já se inicia a quarta semana! Nossa, o tempo passou muito rápido por aqui. 

Sinto muita saudade de casa, da família e dos amigos, e claro: dos meus bebês maravilhosos que vivem cheios de fotos no facebook e instagram, bombardeando todo mundo de amor e paixão hehe

A vida em Calgary é muito tranquila. Em alguns momentos é tranquila de mais pro meu gosto. Eu sou agitada, gosto de viver na rua, conhecendo coisas novas, conhecendo pessoas novas, não calando a matraca... E isso é meio difícil por aqui. 

A cidade é linda, MUITO limpa e as pessoas são extremamente educadas. Isso é uma qualidade muito importante que faz com que a gente queira ficar por mais tempo. 

A cidade de Calgary é a terceira cidade mais populosa do Canadá e a mais populosa da Província de Alberta. É uma cidade relativamente nova, foi fundada em 1875.

O que mais impressiona aqui é a temperatura instável. O inverno, como eu já disse no outro post, é muito rigoroso, temperaturas bem negativas e é MUITO frio. Não consigo nem explicar, mas quando não uso a roupa térmica meus ossos começam a doer no frio e não é exagero.

O verão deve ser bem gostoso, temperaturas máximas de 20 a 25 graus, e a média é de 16. Todo mundo fala pra gente aqui: "Vocês tinham que vir no verão, é maravilhoso, incrível e tals". Deve ser mesmo, pq ouvimos isso de praticamente todas as pessoas novas que conhecemos por aqui, inclusive no táxi.

Nós moramos em Downtown (centro) e aqui é mais frio que o restante da cidade porque os prédios comerciais e alguns residenciais são concentrados aqui, então o sol não chega muito e faz uma corrente de vento em algumas ruas que é um absurdo. Quando tem vento é melhor ficar em casa.

O transporte público funciona bem, os horários são bem cronometrados e algumas vezes existem atrasos em razão da neve, acidentes e tals. A passagem individual custa $3.15, mas existem passes mensais que custam bem menos e tu anda por tudo. Dentro do centro da cidade não é preciso pagar passagem. 

Aqui existem em média 160 linhas de ônibus, é algo absurdo! haha E ainda tem duas linhas de trem que possuem 42,1km. 

Uma coisa muito legal é que tem MUITAS ciclovias aqui, quase tudo é ligado por ciclovia! Existem 400km de ciclovias dentro da cidade. E 200km foram especialmente planejados para os ciclistas. 

E algo incrível: como o inverno é muito rigoroso aqui, existe um sistema de 16 quilômetros de vias elevadas, de uso exclusivo para pedestres, é o mais extenso do mundo do gênero, com seus 16 quilômetros de comprimento, conectando diversos edifícios, restaurantes, shoppings e lojas espalhadas pela cidade.O nome do sistema é +15, e fica em média 4,5m do chão. É beeeeeem legal isso.

Calgary não é uma cidade muito turística. É sede das maiores companhias petrolíferas do país, bem como de outras companhias petrolíferas estrangeiras instaladas no Canadá. Outras empresas, que trabalham com engenharia e geologia, também possuem suas sedes principais instaladas aqui.

A cidade é administrada por um Prefeito e um Conselho Municipal e o mandato é de 3 anos. O Conselho é eleito pelos 14 distritos da cidade, um pra cada distrito. 

Fora toda essa parte técnica, que eu já havia dado uma prévia no post anterior, Calgary possui muitos parques e é absurdamente linda tanto de dia quanto de noite. Nós estamos gostando muito daqui, é uma cidade incrível. 

Aqui tem uma Universidade e outras 5 faculdades. E uma média de 200 escolas parece. Essas informações peguei na aula de inglês aqui. Minha escola não é muito boa, não gostei muito. Achei muito cara para o que oferecem. Quando voltarmos, terei que procurar outra escola. 

Uma pergunta que todo mundo deve tá fazendo: E a segurança? - De dar inveja meus amigos. Andamos a qualquer hora do dia e da noite sem nos preocuparmos com os celulares, notebooks na mochila e dinheiro na carteira. Não existe preço que pague por isso. As pessoas me perguntaram o que havia me encantado tanto em morar fora do país: essa é uma das principais respostas, a segurança meus amigos.

Claro, não estou dizendo que não existem marginais, criminosos por aqui. Claro que existe! Eles roubam carros e não pessoas. Ano passado o número de mortes em Calgary por crimes cometidos foi de 9 assassinatos. 6 deles na mesma noite, em uma festa, onde um maluco disparou tiros. NOVE. Nem quero comparar com o número de mortes só em Porto Alegre/RS.

Esses dias conhecemos a parte antiga de Calgary e eu adorei. Simples, aconchegante, de casinhas pequenas e graciosas. Voltamos a pé pra casa, costeando o rio até chegar em casa. Encontramos apenas alguns loucos como nós naquele frio. Mas a sensação de segurança surpreende e leva um tempo até acostumar. Chegamos sãos e salvos em casa e ainda conseguimos parar pra tirar várias fotos. (Quero ver parar pra tirar foto nos Açorianos às 22h! hahaha)

Os dois últimos fins de semana foram muito legais. Na semana passada tivemos um feriado aqui, então aproveitamos mais. Fomos para a cidade de Banff, que fica a 1h30m daqui. Cidade MUITO linda. Adorei e quero muito voltar. Estilo bem  europeu de cidade do interior, nossa amei mesmo. 

Fomos para as montanhas! SIMMMMMMM! Fernando e os amigos foram esquiar (em português né gente hehe) e quase morreram de dor nos braços e nas pernas depois haha Eu não me arrisquei, tendo em vista que sou muito estabanada, não queria voltar engessada e acabar com a minha estada por aqui hehe

Mas eu andei 3 vezes no TELEFÉRICO ao ar livre e quase tive um colapso nervoso. O pessoal pega o teleférico pra subir com os skis e as pranchas de snowboard. Eu e a Társila fomos sem skis mesmo. 

Aquilo sim não tinha segurança nenhuma, meu deus. Os pés livres e as mãos congeladas agarradas naquela barra pra não cair. Eu entrei em pânico na primeira vez, gritei tanto que as lágrimas congelaram no meu rosto. É muito alto e eu tenho MUITO MEDO DE ALTURA. Essa gente aqui gosta de se arriscar. 

Subir foi horrível, imaginem descer. Montanha russa em câmera lenta e eu não ando de montanha russa. Não consigo descrever o que eu senti, mas era MUITO LINDO. Vou postar umas fotos por aqui no final. :)

Ah, joguei dardos num pub aqui e GANHEEEEEEEEEEI. Minha mira era muito boa e eu nem sabia. Cuidado pra não me irritarem quando eu voltar hahaha

Nesse último fim de semana fomos conhecer a famosa Calgary Tower. Linda, linda, linda. Existe um deck lá em cima onde o chão é transparente. É UMA LOUCURAAAAAAAAAAAAA, a impressão é de queda. Não consegui ficar mais de 3 segundos em cima e não aproveitei muito porque fiquei com medo. 

Jantamos por lá também e o restaurante gira em 360 graus. FANTÁSTICO. Tu só percebe se estiver perto da janela e quando a paisagem muda. É sensacional. Recomendo muito pra quem vier me visitar um dia uma janta ou almoço por lá. Vou postar fotos também.

Ah, existem também algumas ruas comerciais por aqui e elas parecem muito com a Haight em San Francisco! Ahhhh, é lá que quero viver quando viermos pra cá! :) É perto da Universidade e absolutamente graciosa. Vocês lembram do Caburé de Atlântida? Lembram daquelas ruas impecáveis de tão limpinhas e as casas todas queridas? Me lembrou muito essa parte hehe

Ah.. estou tomando antibiótico por 10 dias! Sinusite e bronquite, resultado do fim de semana na montanha :) Liguei pro Seguro de Viagem e deu tudo certo, tá tudo bem :)

Esse post ficou muito grande, desculpem por isso. :P Vou postar umas fotos pra vocês darem uma espiada :)


Eu e a Társila, cagadas de medo no teleférico, rindo de nervosas!




















Eu e Filipe

 Tassy e Fábio

Sunshine Village - Estação de Ski e Snowboard

 Fernando, Filipe e Fábio

Eu e a Tassy sem enxergar muito por causa do reflexo do sol na neve hahaha

Topo de uma das montanhas - absurdamente lindo e frio
 


Fê se puxando na aula pra aprender e não cair hehe






 Pinto no lixo





 Pinguim em cima da geladeira hehe A gente usa tanta roupa que não dá pra se mexer..

Estação no topo da montanha

Panorâmica do pessoal chegando pra descer a montanha :) - Cliquem na foto que aumenta o tamanho e dá pra ver melhor

Tassy se divertindo



Banff


 



 Terceira Avenida - nossa rua








 Calgary Tower



 Cabelinho cogumelo pra proteger a nuca do frio hehe

 Eu e Tassy 




 

Tassy e eu sempre pegando as mesmas coisas pra mostrar uma pra outra até nos darmos conta de que somos muito parecidas! Grande amiga que Caglary me deu. Pessoa simples e muito querida! Ela tá indo embora amanhã e eu to de coração partido. Obrigada por todos esses dias divertidos, com muitas risadas, histórias, aulas de inglês e companhia!  Em breve nos encontramos novamente em Porto Alegre! :)




 Obrigada por terem visto até aqui e obrigada pelas 17 mil visualizações do blog!! Fiquei super contente quando vi a marca! :) Meu blog surgiu com inúmeros propósitos e completamente despretencioso!

Grande beijo pra minha família, meus amigos e todo mundo que vem dar um bisú por aqui! :)

- Mari Day